Archive for the 'Relacionamento' Category

Ser ou não ser mãe… eis a questão?

24 de janeiro de 2011

Parece que mesmo com a possibilidade de escolha de mulher entre ser executiva e independente e entre ser dona de casa, mãe e esposa em algum momento ela vai esbarrar e ter que fazer a escolha que todos esperam que ela faça, ser mãe !

A decisão de ser mãe ou não ser mãe deve ser uma atitude responsavél, consciente e muito reflitida. Será que instinto materno, relógio biológico e tudo mais que ouvimos à respeito da mulher é verdadeiro sem nenhuma exceção?

A nossa cultura tende a glorificar a maternidade, considerando-a como sendo a “máxima realização feminina” e, deduzindo daí serem as mulheres “fundamentalmente destinadas” a conceber, gestar, dar à luz e criar os filhos. Esta idéia distorcida é transmitida às meninas desde a infância, e exerce considerável influência. Há, muitas vezes, uma sutil pressão social sobre os casais “cobrando-lhes” filhos. As mulheres que não têm o instinto maternal muito desenvolvida e uma vez casada optam por não ter filhos, podem até sofrer algumas recriminações.

A gravidez e o parto impõem um grande sacrifício ao corpo feminino, provocando neste, além de considerável sobrecarga fisiológica, intensas distorções e estiramentos de tecidos nem sempre completamente reversíveis ao seu estado anterior. Existe uma tendência a exaltar apenas os aspectos positivos da maternidade, procurando “esconder” ou não falar nos negativos.  

É necessário desejar muito ter um filho para que a mulher possa suportar de bom grado e com satisfação os sacrifícios e os riscos inerentes ao período gravídico e ao trabalho de parto.

Eu nunca neguei, mas também nunca tive como objetivo, nunca vi com clareza no meu futuro a possibilidade de ser mãe. Sempre pensei que possuindo as ferramentas necessárias e em funcionamento, no momento certo, o certo iria acontecer.

O médico se preocupa mais em dar essa notícia do que todas as outras notícias de possibilidades que nos são tiradas. Afinal se não pode, a gente perde a possibilidade

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Namoro

27 de dezembro de 2010

Um coração comprometido limita suas capacidades emocionais e físicas para o amor? Sim, mas só se você deixar.

Se já é difícil lidar com as pessoas que fazem parte da sua vida, permitir que alguém entre e se torne parte dela deve ser mais difícil ainda. Lidar com as suas limitações é difícil, expor suas limitações para outra pessoa que terá que te aceitar com elas, mais difícil ainda.

Mas dá pra se fechar para o amor?

Encontrando o amor…

“Se você não está confiante e bem e estável o suficiente emocionalmente para um relacionamento, a outra pessoa verá isso e vai desistir” diz Brittany, uma paciente de 27 anos.  

Brittany está casada agora, mas ela alertou o seu marido sobre todos os aspectos da hipertensão pulmonar e aconselha a sempre deixar o canal de comunicação aberto para que ele pergunte qualquer dúvida que possa surgir.

…Vivendo felizes para sempre

Mas, e o lado sexual das coisas? È claro que é necessário um cuidado maior quando se trata de intimidades, mas isso não muda o amor. Se você se sente sexy, você será sexy e nada mais importa.

Ao invés de sermos frágeis e doentes, devemos ser desejáveis. Nós somos raras. Mesmo como uma doença que ameaça a vida, nos devemos continuar seguindo em todos os aspectos da vida.

Se nos sentimos bem com a situação todos estão bem também. Se você se sente sexy então você é sexy e nada mais importa.

Ao invés de ficarmos doentes e frágeis, devemos ser desejadas. Afinal, somos raras.